Tratamento Massoterapia

Imprimir Por Administrador 03/12/2007

MENSAGEM PARA 2017

Prezado (a) Amigo (a), como vai?
Chamo-me RODOLFO CORREA LIMA e sou Presidente do CECTH ‚Äď Centro de Estudos do Corpo e Terapias Hol√≠sticas S/C Ltda.
Faço um convite para que venha conhecer nossa empresa.




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INTRODUÇÃO

Todos precisam relaxar para escapar do tempo. Ouvir m√ļsica, apreciar o movimento das nuvens, catar pedras ou conchas na praia ‚Äď esses s√£o modos dos quais lan√ßamos m√£o para acalmar a mente, readquirir um sentido de nossa pr√≥pria integra√ß√£o na simplicidade do momento. Quando crian√ßas subimos em √°rvores e corremos de p√©s descal√ßos. Estamos √† vontade, entregues a n√≥s mesmos, e em contato com nossa natureza b√°sica. Mas ao crescer, gastamos cada vez mais tempo vivendo puramente em torno do nosso racioc√≠nio.

Agora √© tempo de redirecionar o equil√≠brio e nos voltarmos para nosso corpo, pela suave arte do toque e do contato. Essa √© uma linguagem comum, que podemos usar para instilar melhora ou confian√ßa, para aliviar a dor ou eliminar as tens√Ķes ‚Äď mas, acima de tudo, para transmitir o fato de que nos preocupamos com as pessoas. Como uma clareira na floresta, a massagem nos d√° um ‚Äúespa√ßo para respirar‚ÄĚ, no qual podemos descansar e buscar um processo de reorienta√ß√£o.

A massoterapia pode nos proporcionar um meio de contrabalan√ßar as tens√Ķes do trabalho e as press√Ķes dom√©sticas. Para um grande n√ļmero de pessoas, rigidez e dor s√£o um modo de vida ao qual se habituaram, e com freq√ľ√™ncia √© depois que fazem ou recebem uma massagem que percebem o quanto de sua energia √© consumida pela tens√£o. A massagem pode ser uma viagem de autodescoberta, revelando como √© sentir-se mais relaxado e em harmonia, como √© vivenciar a prazer de um corpo que pode respirar, prosseguir e movimentar-se livremente.

MASSAGEM, PASSADO E PRESENTE

Durante milhares de anos, alguma forma de massagem, ou de superposi√ß√£o das m√£os, tem sido utilizada com o objetivo de melhorar e aliviar os enfermos. Para os antigos m√©dicos gregos e romanos, a massagem era um dos principais meios de aliviar a dor. No in√≠cio do s√©culo V a.C., Hip√≥crates ‚Äď o ‚Äúpai da medicina‚ÄĚ ‚Äď escreveu: ‚ÄúO m√©dico deve ter experi√™ncia em muitas coisas, mas certamente deve ter habilidade na fric√ß√£o... Porque a fric√ß√£o pode unir uma junta que est√° com demasiada folga e afrouxar uma junta que est√° demasiadamente r√≠gida‚ÄĚ.

Pl√≠nio, o famoso naturalista romano, era regularmente submetido a fric√ß√Ķes para aliviar sua asma; e J√ļlio C√©sar, que sofria de epilepsia, tinha seu corpo todo submetido a belisc√Ķes para aliviar sua neuralgia e suas dores de cabe√ßa. Depois da queda de Roma no s√©culo V d.C., houve pouco progresso, no √Ęmbito das terapias, na Europa de ent√£o; assim, coube aos √°rabes o estudo e o desenvolvimento dos ensinamentos do mundo cl√°ssico. Avicena, o fil√≥sofo e m√©dico √°rabe que viveu no s√©culo XI, observou, em sua obra C√Ęnone, que o objetivo da massagem era ‚Äúa disposi√ß√£o das mat√©rias est√©reis ou esgotadas que se encontram nos m√ļsculos, e n√£o s√£o expelidas pelo exerc√≠cio‚ÄĚ.

Durante a idade m√©dia, na Europa pouco se falou da massagem. Mas essa arte foi revivida no s√©culo XVI, principalmente em decorr√™ncia da obra de Ambroise Par√©, que transcreveu e publicou uma literatura antiga sobre fric√ß√Ķes junto com sua pr√≥pria aplica√ß√£o espec√≠fica para pacientes cir√ļrgicos. Seu trabalho foi reconhecido e a terminologia francesa para as t√©cnicas espec√≠ficas de massagem s√£o usadas at√© hoje, tanto que √© considerado ‚Äúo pai da massagem‚ÄĚ. Depois, no in√≠cio do s√©culo XIX, um sueco, de nome Per Henrik Ling, desenvolveu o que atualmente √© conhecido como massagem sueca, sintetizando seu sistema com base em seu conhecimento da gin√°stica e da fisiologia, e tamb√©m das t√©cnicas chinesa e eg√≠pcia, grega e romana. Em 1813 foi fundada em Estocolmo a primeira escola que oferecia massagem como parte do curr√≠culo, e desde ent√£o se alastraram por todo o continente europeu os institutos e as esta√ß√Ķes de banho que inclu√≠am a massagem em seus programas. Hoje, o valor terap√™utico da massagem foi novamente reconhecido, e essa arte continua a florescer em todo o mundo ocidental, tanto entre praticantes leigos como entre profissionais.

No Oriente, as t√©cnicas de massagem sempre foram mais valorizadas do que no ocidente, e seu uso tem tido uma continuidade ininterrupta desde as eras mais remotas. Talvez a diferen√ßa que at√© muito recentemente existia entre as atitudes oriental e ocidental com rela√ß√£o √† massagem tenha origem na revolu√ß√£o cient√≠fica ocorrida no mundo ocidental h√° cerca de 250 anos. Em decorr√™ncia dessa nova ci√™ncia, conceitos mais antigos, que ligavam o corpo √† mente e ao esp√≠rito, foram descartados como n√£o-cient√≠ficos e, com o passar do tempo, o corpo passou a ser considerado um tipo de m√°quina sofisticada, que podia ser consertada e mantida por pessoas altamente treinadas e especializadas ‚Äď em outras palavras, os m√©dicos.
Mas no oriente essa atitude ‚Äúcient√≠fica‚ÄĚ n√£o se arraigou sen√£o em tempos muito recentes, e as pessoas que moravam fora dos grandes centros continuaram a combinar o desejo instintivo de ‚Äúesfregar para melhorar‚ÄĚ com habilidades refinadas e elaboradas pela longa tradi√ß√£o transmitida pelos ‚Äúm√©dicos descal√ßos‚ÄĚ, detentores do conhecimento da teoria da medicina oriental e das t√©cnicas de manipula√ß√£o ou de conserto dos ossos, t√©cnica conhecida sei-tai.

Massoterapia

Evidência histórica da reflexologia, massagem e shiatsu;
À esquerda, pintura na parede da tumba de um médico em Saqqara, Egito, datada de 2330 a.C.;
À direita, adaptação de xilogravuras tomadas de um texto japonês do início do século XIX.

A LINGUAGEM DO CONTATO

Tocar significa contactar, ou seja, relacionar-se com aquilo que se situa fora de nossa pr√≥pria periferia, o solo situado sob nossos p√©s. E para os seres humanos, como para os outros animais, o ato de tocar √© de import√Ęncia vital. O contato instila confian√ßa, transmite calor, prazer, conforto e renovada vitalidade. O contato nos diz que n√£o estamos s√≥s.

Dentre todos os sentidos, o tato √© o primeiro a desenvolver-se. Como beb√™s, √© principalmente pela nossa experi√™ncia t√°til que exploramos e percebemos o mundo, e o contato amoroso de nossos pais √© essencial para nosso crescimento. Desde que nossa necessidade de tocar e ser tocado √© satisfeita, crescemos saud√°veis; mas, quando ela √© inibida,nosso desenvolvimento pode ficar comprometido. Porque as car√≠cias, abra√ßos e afagos que recebemos na inf√Ęncia nos ajudam a construir uma imagem saud√°vel de n√≥s mesmos e acalentar o sentimento de que, porque somos tocados, somos aceitos e amados.H√° mais de vinte anos, o psic√≥logo americano S.M.Jourard demonstrou que nossa percep√ß√£o do quanto somos tocados por outras pessoas parece estar nitidamente relacionado a nossa auto-estima e a quanto n√≥s nos valorizamos.

Experimentos com filhotes de primatas demonstraram como √© essencial o contato f√≠sico com uma m√£e ‚Äúquentinha‚ÄĚ e carinhosa e, por outro lado, o quanto pode ser f√≠sica e emocionalmente bloqueadora a priva√ß√£o do contato, uma vez que todas as nossas sensa√ß√Ķes de realidade est√£o baseadas no sentido do tato. Em nossa sociedade, ser privado do contato com os outros seres humanos √© uma puni√ß√£o ‚Äď e a pior de todas as puni√ß√Ķes √© o confinamento numa solit√°ria. Ao sermos impedidos de tocar e ser tocados sentimo-nos angustiosamente sozinhos e ansiosos. Num recente estudo cl√≠nico norte-americano, os clientes que tiveram negado o contato informaram ter-se sentido agudamente isolados e desligados do calor do contato humano.

O tato √© a linguagem que todos n√≥s usamos instintivamente para revelar nossos sentimentos, para demonstrar √†s outras pessoas que s√£o amadas, desejadas ou apreciadas. ‚Äú- Deixe-me massagear um pouco, que logo vai melhorar‚ÄĚ √© nossa resposta natural aos tombos e √†s contus√Ķes; as m√£os se movimentam rapidamente, indo repousar em testas febris ou aliviar dores de barriga ou de cabe√ßa. A dor emocional tamb√©m evoca uma resposta imediata. Ao pegar no colo, confortar, acariciar, transmitimos simpatia, compreens√£o, incentivo. Sozinhos e sentindo dor, embalamo-nos e abra√ßamos com intensidade, repousamos a cabe√ßa cansada nas m√£os, massageando de forma inconsciente nossos membros doloridos. Mas, afora talvez o abra√ßo de duas pessoas, gesto puramente de amizade, ou para transmitir nossa felicidade ou alegria, n√£o nos teremos desviado demasiadamente de nossos instintos ao reservar a linguagem do tato exclusivamente para os gemidos de dor e tristeza, ou no momento do sexo ‚Äď por ter medo do contato que signifique apenas afei√ß√£o, ou um modo de relaxar?

SITES RECOMENDADOS

http://www.abcdasaude.com.br
http://www.msd-brasil.com/msd43/m_manual/sumario.htm (Manual MERCK - excelente)
http://www.interfisio.com.br

Voc√™ que est√° iniciando o estudo do corpo humano pode aprender como ele √© organizado e como funciona. Para entender o que acontece com o corpo quando ele √© ferido, est√° doente ou submetido ao estresse elevado, voc√™ deve primeiramente ter um entendimento b√°sico de como o corpo √© organizado, de como suas diferentes partes normalmente funcionam e das v√°rias condi√ß√Ķes que afetar√£o o seu funcionamento para manter a sa√ļde e a vida.

Voc√™ ser√° introduzido aos v√°rios sistemas que comp√Ķem o corpo humano. Voc√™ tamb√©m aprender√° como estes sistemas, em geral, cooperam entre si, para manter a sa√ļde do corpo como um todo e como estes sistemas interagem para mant√™-lo saud√°vel.

DEFINIÇÃO DE ANATOMIA E FISIOLOGIA

Para entender as estruturas e as fun√ß√Ķes do corpo humano, estudaremos as ci√™ncias da anatomia e da fisiologia. A anatomia (anatome = cortar em partes, cortar separando) refere-se ao estudo da estrutura e das rela√ß√Ķes entre estas estruturas. Afisiologia (physis + l√≥gos + ia) lida com as fun√ß√Ķes das partes do corpo, isto √©, como elas trabalham. A fun√ß√£o nunca pode ser separada completamente da estrutura, por isso voc√™ aprender√° sobre o corpo humano estudando a anatomia e a fisiologia em conjunto. Voc√™ ver√° como cada estrutura do corpo est√° designada para desempenhar uma fun√ß√£o espec√≠fica, e como a estrutura de uma parte, muitas vezes, determina sua fun√ß√£o. Por exemplo, os p√™los que revestem o nariz filtram o ar que inspiramos. Os ossos do cr√Ęnio est√£o unidos firmemente para proteger o enc√©falo. Os ossos dos dedos, em contraste, est√£o unidos mais frouxamente para permitir v√°rios tipos de movimento.

N√ćVEIS DE ORGANIZA√á√ÉO ESTRUTURAL

O corpo humano consiste de vários níveis de organização estrutural que estão associados entre si.
As subst√Ęncias qu√≠micas s√£o constitu√≠das de √°tomos, a menor unidade de mat√©ria, e alguns deles, como o carbono (C), o hidrog√™nio (H), o oxig√™nio (O), o nitrog√™nio (N), o c√°lcio (Ca), o pot√°ssio (K) e o s√≥dio (Na) s√£o essenciais para a manuten√ß√£o da vida. Os √°tomos combinam-se para formar mol√©culas; dois ou mais √°tomos unidos. Exemplos familiares de mol√©culas s√£o as prote√≠nas, os carboidratos, as gorduras e as vitaminas.

As mol√©culas, por sua vez, combinam-se para formar o pr√≥ximo n√≠vel de organiza√ß√£o: o n√≠vel celular. As c√©lulas s√£o as unidades estruturais e funcionais b√°sicas de um organismo. Entre os muitos tipos de c√©lulas existentes em seu corpo est√£o as c√©lulas musculares, nervosas e sang√ľ√≠neas. A Figura acima mostra quatro tipos diferentes de c√©lulas de revestimento do est√īmago. Cada uma tem uma estrutura diferente e cada uma desenvolve uma fun√ß√£o diferente.

O terceiro n√≠vel de organiza√ß√£o √© o n√≠vel tecidual. Os tecidos s√£o grupos de c√©lulas semelhantes que, juntas, realizam uma fun√ß√£o particular. Os quatro tipos b√°sicos de tecido s√£o tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido nervoso. As c√©lulas na Figura acima formam um tecido epitelial que reveste o est√īmago. Cada c√©lula tem sua fun√ß√£o espec√≠fica na digest√£o.

Quando diferentes tipos de tecidos est√£o unidos, eles formam o pr√≥ximo n√≠vel de organiza√ß√£o: o n√≠vel org√Ęnico. Os √ďrg√£os s√£o compostos de dois ou mais tecidos diferentes, t√™m fun√ß√Ķes espec√≠ficas e geralmente apresentam uma forma reconhec√≠vel. Exemplos de √≥rg√£os s√£o o cora√ß√£o, o f√≠gado, os pulm√Ķes, o c√©rebro e o est√īmago. A Figura acima mostra os v√°rios tecidos que constituem o est√īmago. A t√ļnica serosa √© uma camada de tecido conjuntivo e tecido epitelial, estando localizada na superf√≠cie externa do est√īmago, que o protege e reduz o atrito quando o est√īmago se move e ro√ßa em outros √≥rg√£os vizinhos. As camadas de tecido muscular do est√īmago est√£o localizadas abaixo da t√ļnica serosa e contraem-se para misturar o bolo alimentar e transport√°-la para o pr√≥ximo √≥rg√£o digest√≥rio (intestino delgado). A camada de tecido epitelial que reveste o est√īmago produz muco, √°cido e enzimas que auxiliam na digest√£o.

O quinto n√≠vel de organiza√ß√£o √© o n√≠vel sist√™mico. Um sistema consiste de √≥rg√£os relacionados que desempenham uma fun√ß√£o comum. O sistema digest√≥rio, que funciona na digest√£o e na absor√ß√£o dos alimentos, √© composto pelos seguintes √≥rg√£os: boca, gl√Ęndulas salivares, faringe (garganta), es√īfago, est√īmago, intestino delgado, intestino grosso, f√≠gado, ves√≠cula biliar e p√Ęncreas.
O mais alto nível de organização é o nível de organismo.

Todos os sistemas do corpo funcionando como um todo comp√Ķem o organismo - um indiv√≠duo vivo.

COMO OS SISTEMAS DO CORPO FUNCIONAM EM CONJUNTO

√Ä medida que os sistemas do corpo forem estudados com mais profundidade, voc√™ ver√° como eles funcionam para manter a sa√ļde, proteg√™-lo contra doen√ßas e permitir a reprodu√ß√£o da esp√©cie. No momento, consideraremos como dois sistemas do corpo - os sistemas tegumentar e esquel√©tico - cooperam entre si.

O sistema tegumentar (pele, p√™los e unhas) protege todos os sistemas do corpo, incluindo o sistema √≥sseo, por meio da fun√ß√£o de barreira entre o ambiente externo e os tecidos e os √≥rg√£os internos. A pele (c√ļtis) tamb√©m est√° envolvida na produ√ß√£o de vitamina D, a qual o corpo necessita para a utiliza√ß√£o apropriada de c√°lcio.

(O cálcio é o mineral necessário para o crescimento e o desenvolvimento dos ossos.) O sistema esquelético, por sua vez, fornece sustentação para o sistema tegumentar.

PRINCIPAIS SISTEMAS DO CORPO HUMANO, √ďRG√ÉOS REPRESENTATIVOS E SUAS FUN√á√ēES
  1. TEGUMENTAR
    Defini√ß√£o: Pele (c√ļtis) e estruturas dela derivadas, como p√™lo, unhas e gl√Ęndulas seb√°ceas e sudor√≠paras.
    Função: Auxilia a regular a temperatura corporal, protege o corpo, elimina resíduos, auxilia na produção de vitamina D, recebe certos estímulos tais como temperatura, pressão e dor.
  2. ESQUEL√ČTICO
    Defini√ß√£o: Todos os ossos do corpo, suas cartilagens associadas e articula√ß√Ķes.
    Função: Sustenta e protege o corpo, auxilia nos movimentos corporais, aloja células que produzem as células sanguíneas, armazena minerais.
  3. MUSCULAR
    Definição: Refere-se especificamente ao tecido muscular esquelético, em geral fixado a ossos (outros tecidos musculares são o liso e o cardíaco).
    Função: Participa na execução de movimentos, mantém a postura, produz calor.
  4. NERVOSO
    Definição: Encéfalo, medula espinhal, nervos e órgãos dos sentidos, tais como olho e orelha.
    Fun√ß√£o: Regula as atividades corporais por meio de impulsos nervosos, detectando mudan√ßas no ambiente, interpretando-as e respondendo √†s mesmas, causando contra√ß√Ķes musculares ou secre√ß√Ķes glandulares.
  5. END√ďCRINO
    Defini√ß√£o: Todas as gl√Ęndulas e tecidos que produzem subst√Ęncias qu√≠micas reguladoras das fun√ß√Ķes do corpo, chamadas horm√īnios.
    Fun√ß√£o: Regula as atividades do corpo por meio de horm√īnios transportados pelo sangue do sistema cardiovascular, aos diversos √≥rg√£os-alvo.
  6. CARDIOVASCULAR (CIRCULAT√ďRIO)
    Definição: Sangue, coração e vasos sanguíneos.
    Função: Distribui oxigênio e nutrientes às células, transporta dióxido de carbono e resíduos das células, auxilia na manutenção do equilíbrio ácido-básico do corpo, protege contra doenças, previne hemorragias pela formação de coágulos sanguíneos, auxilia na regulação da temperatura corporal.
  7. LINF√ĀTICO E IMUNOL√ďGICO
    Defini√ß√£o: Linfa, vasos linf√°ticos e estruturas ou √≥rg√£os contendo tecido linf√°tico (grande n√ļmero de c√©lulas sangu√≠neas brancas, chamadas de linf√≥citos), tais como o ba√ßo, o timo, os linfonodos e as tonsilas.
    Função: devolve proteínas e plasma (porção líquida do sangue) ao sistema cardiovascular (circulatório), transporta gorduras do trato gastrintestinal para o sistema cardiovascular, serve de local para a maturação e a proliferação de certas células sanguíneas brancas e auxilia na proteção contra doenças pela produção de anticorpos, bem como de outras respostas.
  8. RESPIRAT√ďRIO
    Defini√ß√£o: Pulm√Ķes e vias a√©reas associadas, como a faringe, a laringe, a traqu√©ia e os br√īnquios, que comunicam os pulm√Ķes.
    Função: Fornece oxigênio, elimina dióxido de carbono, auxilia a regular o equilíbrio ácido-básico do corpo, auxilia na produção de sons da voz.
  9. DIGEST√ďRIO
    Defini√ß√£o: Um tubo longo chamado de trato gastrintestinal e seus √≥rg√£os acess√≥rios, tais como gl√Ęndulas salivares, f√≠gado, ves√≠cula biliar e p√Ęncreas.
    Função: Degrada e absorve alimentos para utilização pelas células, elimina resíduos sólidos e outros.
  10. URIN√ĀRIO
    Definição: Rins, ureteres, bexiga urinária e uretra que, em conjunto, produzem, armazenam e eliminam a urina.
    Fun√ß√£o: Regula o volume e a composi√ß√£o qu√≠mica do sangue, elimina res√≠duos, regula o equil√≠brio e o volume de fluidos e de eletr√≥litos, auxilia na manuten√ß√£o do equil√≠brio √°cido-b√°sico do corpo, secreta um horm√īnio que auxilia na regula√ß√£o da produ√ß√£o de c√©lulas sangu√≠neas vermelhas.
  11. GENITAL
    Defini√ß√£o: √ďrg√£os (test√≠culos e ov√°rios) que produzem c√©lulas reprodutivas (espermatoz√≥ides e √≥vulos) e outros √≥rg√£os que transportam, armazenam e nutrem c√©lulas reprodutivas (vagina, tubas uterinas, √ļtero, ducto deferente, uretra, p√™nis).
    Fun√ß√£o: Reproduz o organismo e produz horm√īnios que regulam o metabolismo.
HOMEOSTASE: O PODER DE CURAR

http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/ab_news_health/noticias.html

A habilidade do corpo em manter a homeostase dá-lhe um tremendo poder de cura e uma notável resistência ao abuso.

Mas, para a maioria das pessoas, boa sa√ļde durante a vida n√£o acontece por acaso. Dois fatores importantes para este equil√≠brio denominado sa√ļde s√£o o meio ambiente e o pr√≥prio comportamento do indiv√≠duo. Sua homeostase √© afetada pelo ar que voc√™ respira, pela comida que voc√™ come e tamb√©m pelos seus pensamentos.

A maneira que você vive pode ajudar ou interferir com a habilidade de seu corpo em manter a homeostase e recuperar-se dos inevitáveis estresses que a vida coloca em seu caminho. Consideremos o estresse imposto por um simples resfriado. Você está favorecendo seus processos naturais de cura quando você se cuida.

Bastante repouso e ingestão de líquidos permitem que o sistema imunológico realize seu trabalho. O resfriado faz seu curso e você logo estará de pé novamente.

Se, em vez de se cuidar, voc√™ continuar fumando dois ma√ßos de cigarro ao dia, n√£o se alimentar adequadamente e passar diversas noites acordado estudando para um exame de anatomia e fisiologia, voc√™ interferir√° com a habilidade do sistema imunol√≥gico em rejeitar microrganismos invasores e trazer o corpo de volta √† homeostase e √† boa sa√ļde. Outras infec√ß√Ķes tomar√£o vantagem de seu estado enfraquecido, e logo o resfriado ter√° se transformado em uma bronquite ou pneumonia.

HOMEOSTASE E PREVENÇÃO

Muitas doen√ßas s√£o o resultado de anos de comportamento pouco recomend√°veis para sua sa√ļde, que interferem na tend√™ncia natural de seu corpo de manter a homeostase.

Um exemplo √≥bvio √© a doen√ßa relacionada ao fumo. O tabaco exp√Ķe o sens√≠vel tecido pulmonar a muitas subst√Ęncias qu√≠micas que causam c√Ęncer e que prejudicam a capacidade pulmonar de se recuperar.

Doen√ßas como o enfisema e o c√Ęncer de pulm√£o s√£o dif√≠ceis de tratar e muito raramente curados. Por isso, √© muito mais s√°bio deixar de fumar (ou nunca come√ßar), que esperar que seu m√©dico o "conserte" quando voc√™ for diagnosticado com a doen√ßa. Isso n√£o significa dizer que todas as doen√ßas s√£o resultado de maus h√°bitos.

Ainda não entendemos o que causa muitas doenças, e temos pouco ou nenhum controle sobre o seu desenvolvimento. E mesmo quando os hábitos do estilo de vida tenham contribuído para o desenvolvimento de uma doença, devemos reconhecer. que a mudança de hábitos é difícil e, desta forma, devemos evitar culpar a vítima quanto ao aparecimento de doenças.

O ESTILO DE VIDA SAUD√ĀVEL

Durante muitos anos, a palavra "sa√ļde" foi utilizada para significar simplesmente uma aus√™ncia de doen√ßas. 

Muitas pessoas sentiram que havia mais na sa√ļde que simplesmente n√£o estar doente. O termo "bem-estar" passou a ser utilizado para indicar um tipo de sa√ļde de alto n√≠vel, representando mais que a aus√™ncia de doen√ßa, e incluindo o bem-estar em todos os aspectos de sua vida, n√£o apenas no f√≠sico. O conceito de bem-estar √© baseado na no√ß√£o de que as escolhas do estilo de vida que voc√™ faz ao longo dos anos t√™m um importante impacto no seu bem-estar mental, f√≠sico e espiritual.

Bem-estar significa assumir responsabilidade por sua sa√ļde, prevenir acidentes e doen√ßas e ter um seguro de sa√ļde, quando necess√°rio. O bem-estar encoraja a conscientiza√ß√£o do consumidor e promove o estabelecimento de sistemas e ambientes sociais conducentes a um comportamento saud√°vel. Embora a preven√ß√£o de doen√ßas seja um importante objetivo do estilo de vida de bem-estar, a doen√ßa e a incapacidade n√£o o impedem, j√° que bem-estar significa fazer o poss√≠vel para maximizar seu potencial pessoal para um √≥timo bem-estar e para construir uma vida significativa e recompensadora.

POSI√á√ÉO ANAT√ĒMICA
  1. Em posi√ß√£o anat√īmica, o indiv√≠duo encontra-se de p√©, em posi√ß√£o ereta, de frente para o observador, com os membros superiores nos lados do tronco, as palmas das m√£os voltadas para frente e os p√©s nivelados no solo.
  2. As partes do corpo t√™m nomes anat√īmicos e nomes comuns para as diferentes regi√Ķes. Exemplos incluem cranial (cr√Ęnio), tor√°cica (peito), braquial (bra√ßo), patelar (joelho), cef√°lica (cabe√ßa) e gl√ļtea (n√°degas).
TERMOS DE DIREÇÃO
  1. Os termos de direção indicam a relação de uma parte do corpo com outra.
  2. Os termos de direção comumente utilizados são superior (em direção à cabeça ou parte superior de uma estrutura), inferior (distante da cabeça ou em direção à parte inferior de uma estrutura), anterior (próximo ou na parte da frente do corpo) , posterior (próximo ou no dorso do corpo) , medial (mais próximo à linha mediana do corpo ou de uma estrutura), intermédio (entre as estruturas medial e lateral), proximal (mais próximo à fixação de uma extremidade ao tronco ou estrutura), distal (mais distante da fixação de uma extremidade ao tronco ou estrutura), superficial (em direção à ou na superfície do corpo) e profundo (distante da superfície do corpo).
PLANOS E SEC√á√ēES (CORTES)
  1. Planos são superfícies imaginárias planas usadas para dividir o corpo ou órgãos em áreas definidas. Um plano sagital mediano é um plano através da linha mediana do corpo, que divide o corpo (ou órgão) em lados direito e esquerdo iguais. Um plano parassagital (sagital paramediano) é um plano que não passa através da linha mediana do corpo e divide o corpo ou órgãos em lados esquerdo e direito desiguais.
  2. Um plano frontal (coronal) divide o corpo em por√ß√Ķes anterior e posterior. Um plano transversal (horizontal) divide o corpo em por√ß√Ķes superior e inferior. Um plano obl√≠quo passa atrav√©s do corpo ou √≥rg√£os em um √Ęngulo entre os planos transversal e sagital mediano, sagital paramediano e frontal.
  3. Sec√ß√Ķes resultam de cortes atrav√©s de estruturas corporais. Elas s√£o denominadas de acordo com o plano no qual o corte √© feito e incluem sec√ß√Ķes transversais, sec√ß√Ķes frontais e sec√ß√Ķes sagitais medianas.
CAVIDADES DO CORPO
  1. Os espaços do corpo que contêm órgãos internos são chamados de cavidades.
  2. As cavidades dorsal e ventral s√£o as duas cavidades principais do corpo.
  3. A cavidade dorsal é subdividida em cavidade craniana, que contém o encéfalo, e o canal vertebral, que contém a medula espinhal e o começo dos nervos espinhais.
  4. A cavidade ventral está subdividida pelo diafragma em uma cavidade torácica, superior, e uma cavidade abdominopélvica, inferior.
  5. A cavidade torácica contém duas cavidades pleurais, a cavidade pericárdica e o mediastino.
    O mediastino cont√©m uma massa de tecidos entre os pulm√Ķes que se estende do osso esterno at√© a coluna vertebral.
    Ele cont√©m todas as estruturas da cavidade tor√°cica com exce√ß√£o dos pulm√Ķes.
  6. A cavidade abdominopélvica está dividida em cavidades abdominal, superior e pélvica inferior. Nenhuma estrutura específica as divide.
  7. As v√≠sceras (√≥rg√£os) da cavidade abdominal incluem o est√īmago, o ba√ßo, o p√Ęncreas, o f√≠gado, a ves√≠cula biliar, o intestino delgado e a maior parte do intestino grosso.
  8. As vísceras da cavidade pélvica incluem a bexiga urinária, o colo sigmóide, o reto e os órgãos genitais internos femininos e masculinos.
REGI√ēES E QUADRANTES ABDOMINOP√ČLVICOS
  1. Para descrever facilmente a localiza√ß√£o de √≥rg√£os, a cavidade abdominop√©lvica pode ser dividida em nove regi√Ķes. Os nomes das nove regi√Ķes abdominop√©lvicas s√£o: epig√°strica, hipocondr√≠ca direita, hipocondr√≠aca esquerda, umbilical, lateral (lombar) direita, lateral (lombar) esquerda, p√ļbica (hipog√°strica), inguinal (il√≠aca) direita e inguinal (il√≠aca) esquerda.
  2. A cavidade abdominopélvica pode também ser dividida em quadrantes pela passagem de linhas imaginárias horizontal e vertical através do umbigo.
  3. Os nomes dos quadrantes abdominopélvicos são: quadrante superior direito (QSD), quadrante superior esquerdo (QSE), quadrante inferior direito (QID) e quadrante inferior esquerdo (QIE).
INDICA√á√ēES E CONTRA-INDICA√á√ēES DA MASSAGEM AS APLICA√á√ēES DA MASSAGEM

O uso da massagem √© determinado pelas indica√ß√Ķes e contra-indica√ß√Ķes para o tratamento, particularmente quando √© aplicada para um fim terap√™utico espec√≠fico. Como ocorre com outras terapias, contudo, as opini√Ķes sobre a aplica√ß√£o das t√©cnicas podem diferir. As indica√ß√Ķes e contra-indica√ß√Ķes para a massagem discutidas neste site, portanto, s√£o consideradas sob essa perspectiva e servem como uma regra geral, n√£o como uma lista de regras r√≠gidas e restritivas. Por outro lado, algumas medidas de precau√ß√£o s√£o inquestion√°veis. Para permitir que o terapeuta decida sobre a adequa√ß√£o da massagem, as seguintes quest√Ķes devem ser abordadas:

  1. A condi√ß√£o √© aguda, subaguda ou cr√īnica?
  2. Qual √© a finalidade da massagem ‚Äď por exemplo, a melhora na circula√ß√£o, o relaxamento ou remo√ß√£o de toxinas?
  3. Que regi√Ķes do corpo precisam ser trabalhadas? A massagem deve ser aplicada em determinada √°rea ou deve ser sist√™mica?
  4. Que fun√ß√£o org√Ęnica ou sistema corporal a massagem influenciar?
  5. Que técnicas de massagem podem ser aplicadas com segurança?
INDICA√á√ēES PARA MASSAGEM

A massagem é uma indicação para condição patológica quando tende a apresentar benefícios ao tratamento. A massagem é invariavelmente administrada como um adjunto de outras abordagens, médicas ou complementares, e em alguns casos apenas é executada com a aprovação de um médico.
Nesse estágio, é importante considerar a aplicação da massagem para diferentes tipos de condição:

  • Nos dist√ļrbios constitucionais mais generalizados, o papel da massagem √© estimular a elimina√ß√£o de toxinas e res√≠duos ‚Äď subst√Ęncias oriundas de infec√ß√Ķes, inflama√ß√Ķes, espasmos musculares e altera√ß√Ķes similares. A massagem atinge seus objetivos pela influ√™ncia sobre a circula√ß√£o, em particular a do retorno venoso e linf√°tico. Benef√≠cios adicionais ocorrem com o relaxamento dos m√ļsculos e, igualmente significativo, com o relaxamento do cliente. Um efeito indireto, mas relevante √© a estimula√ß√£o do sistema nervoso aut√īnomo, que, por sua vez, melhora a produ√ß√£o de secre√ß√Ķes glandulares e o funcionamento org√Ęnico;
  • Todos os movimentos de massagem t√™m um efeito de normaliza√ß√£o sobre as zonas reflexas, quer sejam √°reas de dor referida direta, relacionada a uma disfun√ß√£o org√Ęnica, quer seja uma mudan√ßa tecidual indireta. Al√©m disso, algumas t√©cnicas de massagem (como a t√©cnica neuromuscular) podem ser aplicadas a zonas espec√≠ficas, relacionadas com determinado dist√ļrbio ou √≥rg√£o;
  • Nas condi√ß√Ķes mais espec√≠ficas, como altera√ß√Ķes patol√≥gicas, a massagem √© aplicada para ajudar a aliviar alguns dos sintomas associados ao problema.

Diversos problemas encontram solu√ß√£o atrav√©s da massoterapia, tais como: Calcifica√ß√Ķes articulares; contra√ß√Ķes, espasmos, atonias e contor√ß√Ķes musculares; luxa√ß√Ķes; edemas; debilidade sexual ou nervosa; dist√ļrbios card√≠acos, circulat√≥rios, digestivos e intestinais; fadiga; obesidade; paralisia; reumatismo, gota, nevralgia e artrite; febres at√© 38¬ļ (ocasionadas por dengue ou resfriados); pris√£o de ventre; pr√© e p√≥s cir√ļrgicos em est√©tica; cicatrizes; gravidez normal; beb√™s; crian√ßas; idosos e les√Ķes em geral.

CONTRA-INDICA√á√ēES PARA MASSAGEM

Embora, geralmente traga muitos benef√≠cios, a massagem pode ser contra-indicada em alguns estados patol√≥gicos. A raz√£o para uma abordagem cautelosa √© eliminar a possibilidade de exacerbar a gravidade ou o n√ļmero de complica√ß√Ķes da patologia. Entretanto, na maioria dos casos em que h√° contra-indica√ß√Ķes, a massagem deve ser evitada apenas nos tecidos ou regi√Ķes afetados. As informa√ß√Ķes obtidas na anamnese s√£o utilizadas para avaliar a adequa√ß√£o do tratamento por massagem. Al√©m disso, cada regi√£o do corpo deve ser examinada para averigua√ß√£o de qualquer sinal ou ind√≠cio de poss√≠veis contra-indica√ß√Ķes, seja elas menores ou de natureza mais s√©ria. Ainda que algumas condi√ß√Ķes sejam mais obviamente contra-indicadas que outras, √© sempre aconselh√°vel uma pr√©via discuss√£o com o m√©dico do cliente. O importante √© que o profissional da massagem tenha suficiente conhecimento sobre anatomia e patologia, a fim de tomar decis√Ķes l√ļcidas sobre a adequa√ß√£o do tratamento de massagem.

Nos casos de febres infecciosas; hemorragias; descalcifica√ß√Ķes graves (osteoporose severa); flebite, trombose; fraturas (antes de solidificadas); c√Ęncer; feridas abertas; queimaduras recentes; doen√ßas mentais graves (o doente mental pode ter uma crise e atacar o terapeuta).

REA√á√ēES AO TRATAMENTO

As rea√ß√Ķes da massagem e ao trabalho corporal variam de um cliente para outro. Enquanto uma pessoa apresenta uma resposta positiva em um curto per√≠odo de tempo, outro cliente nas mesmas condi√ß√Ķes talvez necessite de um tratamento muito mais longo. A diferen√ßa √© inevit√°vel e deve ser encarada como natural. √Č v√°lido lembrar que os clientes curam a si mesmos, ainda que com a orienta√ß√£o e ajuda do terapeuta. Existe disparidade, tamb√©m, nos efeitos f√≠sicos imediatos ao tratamento. Apesar de, em geral, a massagem ser um conjunto agrad√°vel, algumas das manobras s√£o mais agrad√°veis que outras. As t√©cnicas de massagem profunda, por exemplo, assemelham-se mais a uma ‚Äúdor gostosa‚ÄĚ, quando comparadas com sensa√ß√£o tranq√ľilizadora do deslizamento superficial. √Äs vezes, uma sensa√ß√£o residual de leve dor permanece ap√≥s o tratamento, o que invariavelmente decorre da superestimula√ß√£o dos nervos sensoriais. Entretanto, qualquer dor ou abras√£o que persista ou demonstre alguma import√Ęncia deve ser registrada, literal ou mentalmente, j√° que revela a necessidade de ajustes nos tratamentos subseq√ľentes ou de omiss√£o completa da √°rea. Alguns clientes tamb√©m relatam uma sensa√ß√£o de peso na cabe√ßa ou a necessidade de assoar o nariz logo ap√≥s o tratamento: ambos os sintomas s√£o tempor√°rios e indicam que o corpo est√° eliminando toxinas. N√£o raro, a massagem no abd√īmen √© seguida por defeca√ß√£o, e a massagem na linfa e nos rins, por mic√ß√£o: s√£o, portanto, rea√ß√Ķes esperadas.

Para que o tratamento se complete, o cliente deve estar informado sobre os resultados esperados da massagem e ser aconselhado quanto antes.

Nome:_____________________________________________________________________
Data de Nascimento: ____/____/_______ Sexo: ____________ Idade: ________________
End. Residencial: ____________________________________________________________
Bairro: ________________________ Cidade: _____________________________________
Estado: _________ CEP: _____________ Tel: _________________ Cel: _______________
Estado Civil: ____________ Filhos: _______ Grau de Instrução: _____________________
Profissão: ________________________ Indicação: _______________________________
Motivo da visita: ____________________________________________________________
Observa√ß√Ķes: ______________________________________________________________
Dia da 1ª visita: _____/_____/_______

ANTECEDENTES

Q.P. = Queixa Principal;
H.D.A. = História da Doença Atual;
H.P.P. = História da Patologia Pregressa;
H.P.F. = História da Patologia Familiar;
H.S. = História Social;
T.T.Anteriores = Tratamentos Anteriores
INDICA√á√ēES E RECOMENDA√á√ēES

Tratamento Indicado: ________________________________________________________
N¬ļ de sess√Ķes: ___________ Manuten√ß√£o: ________________ Evolu√ß√£o:_____________ _________________________________________________________________________
Recomenda√ß√Ķes: ___________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
Outras recomenda√ß√Ķes: _______________________________________________________
CONTRATO: ______________________ CPF: _____________________________________
‚ÄúTERMO DE RESPONSABILIDADE‚ÄĚ: Declaro, para os devidos fins, que as informa√ß√Ķes contidas nesta ficha de Anamnese s√£o verdadeiras e foram fornecidas por mim, por livre e espont√Ęnea vontade. Cabe ao terapeuta a responsabilidade sobre as mesmas. Estou ciente de que, se n√£o eu comparecer √† consulta sem avisar com 24 horas de anteced√™ncia, acarretar√° na cobran√ßa da mesma.
Assinatura do Cliente: ___________________________________________

SEQU√äNCIA B√ĀSICA DE MASSAGEM

Ao aprender a massagem, uma coisa que o ajudar√° a compreender e memorizar a seq√ľ√™ncia de movimentos √© visualizar como eles s√£o divididos.

Come√ßamos pela massagem da parte posterior do corpo, trabalhando da cabe√ßa aos p√©s, e em seguida, a pessoa muda de posi√ß√£o, e a frente do corpo √© massageada, agora trabalhando na dire√ß√£o da cabe√ßa. A seq√ľ√™ncia comp√Ķe-se de sete √°reas distintas ‚Äď duas na parte posterior do corpo (costas e parte posterior das pernas), cinco na parte da frente (ombros ‚Äď pesco√ßo ‚Äď couro cabeludo, face, bra√ßos ‚Äď m√£os, frente do torso e frente das pernas). Em qualquer √°rea que esteja massageando dever√° ser seguida praticamente a mesma ordem de movimentos. Em primeiro lugar, voc√™ aplica √≥leo arom√°tico na parte do corpo e, em seguida, massageia com os movimentos mais suaves e amplos, at√© atingir os mais profundos e espec√≠ficos, terminando novamente cm movimentos mais leves. Ao dar uma massagem completa, voc√™ est√° afetando muitos dos sistemas do corpo, inclusive as circula√ß√Ķes linf√°tica e venosa, o sistema nervoso e a s energias sutis. A massagem tradicional opera na dire√ß√£o do cora√ß√£o para ajudar a circula√ß√£o venosa. O objetivo principal da massoterapia √© trabalhar a circula√ß√£o de retorno sangu√≠neo.

Alguns instrutores de massoterapia ensinam a massagem por quadrantes, da seguinte forma:

  • 1¬ļ QUADRANTE ‚Äď abd√īmen, bra√ßos e m√£os;
  • 2¬ļ QUADRANTE ‚Äď frente das pernas e p√©s;
  • 3¬ļ QUADRANTE ‚Äď parte posterior das pernas e quadrado lombar;
  • 4¬ļ QUADRANTE ‚Äď costas;
  • 5¬ļ QUADRANTE ‚Äď face.

Nada impede você começar a massagem pela frente do corpo, mas nós tentaremos explicar o motivo que nos leva a começar a massagem pelas costas.

A massagem deve come√ßar pelo segmento corporal mais pr√≥ximo ao cora√ß√£o, que pode ser o abd√īmen ou as costas.

COSTAS

As costas constituem a principal estrutura de sustenta√ß√£o do corpo, sendo ainda uma √°rea de grande mobilidade e for√ßa. Visto que esta parte est√° mais protegida que a frente do corpo (que √© mais macia), as costas s√£o o melhor lugar para come√ßar uma massagem. Assim, no momento que voc√™ iniciar o trabalho na parte frontal do corpo, que √© mais vulner√°vel, seu cliente j√° estar√° sentindo-se mais confiante e relaxado. As costas tamb√©m constituem a √°rea isolada de maior extens√£o que voc√™ ir√° massagear, e assim freq√ľentemente ir√° merecer maior tempo e aten√ß√£o do que qualquer outra parte. Considerando que voc√™ alcan√ßar√° nervos das costas que se estendem para todas as partes do corpo, a maioria das pessoas tem uma sensa√ß√£o profunda de libera√ß√£o, ap√≥s uma massagem completa nas costas. √Č essencial que voc√™ se sinta confort√°vel, de modo que possa alcan√ßar com facilidade todos os pontos das costas, at√© embaixo e dos lados. Para n√£o se cansar, lembre-se de usar todo seu corpo, e n√£o apenas seus bra√ßos. Como nossa massagem come√ßa com as costas, √© aqui que voc√™ estar√° acostumando seu cliente ao seu contato, e estar√° se familiarizando com o feeling do corpo do cliente.

PARTE POSTERIOR DAS PERNAS

Para completar sua massagem na parte posterior do corpo, você deve trabalhar as pernas e, finalmente, os pés. Ao passar energia ao longo das pernas e dos pés, você estará ajudando seu cliente a sentir-se mais seguro e estável. A patê posterior das pernas, macia e carnuda, é ideal para movimentos de amassamento e torcedura. Se esta área estiver especialmente sensível e dolorida, você descobrirá que seu cliente padece de problemas lombares, pois o nervo ciático avança desde a base da coluna vertebral, passando pela parte posterior das pernas, até o calcanhar. Portanto, ao massagear essa parte. Você não apenas aliviará a sensibilidade local, mas também afetará a dor ou rigidez ocorrente na região lombar.

Evite qualquer movimento que n√£o seja suave se as pernas de seu cliente possuem veias varicosas. Uma massagem profunda poderia agravar esse problema. N√£o massageie ‚Äúpernas abaixo‚ÄĚ, a massagem deve ser sempre em dire√ß√£o ao cora√ß√£o.

OMBRO, PESCOÇO E COURO CABELUDO

Assim que seu cliente virar-se, ficando na posi√ß√£o de dec√ļbito dorsal, comece a massagem na parte frontal do corpo retornando aos ombros, um dos principais focos de ac√ļmulo de tens√£o no corpo. Numa pessoa normal, as sensa√ß√Ķes originadas ao n√≠vel intestinal expressam-se fisicamente pelos bra√ßos e pelas m√£os, ou vocalmente, pela garganta. Mas muitos de n√≥s, quando crian√ßas, fomos proibidos de expressar nossas emo√ß√Ķes livremente, tendo aprendido suprimir sentimentos de raiva ou tristeza por meio de contra√ß√Ķes dos ombros e da garganta. Portanto, essa √°rea merece nossa aten√ß√£o, tanto na parte posterior como frontal do corpo. A principal vantagem de trabalhar os ombros pela frente √© que o peso do pr√≥prio cliente faz press√£o sobre as m√£os do terapeuta situadas sob as costas, promovendo um impacto extra aos movimentos. A seq√ľ√™ncia de movimentos pode parecer, a princ√≠pio, um pouco complexa, porque boa parte deles ocorre fora da vis√£o do terapeuta, entre as costas do seu cliente e a superf√≠cie de trabalho. Mas, assim que voc√™ aprender esses movimentos, verificar√° que essa √© uma parte extremamente recompensadora de sua sess√£o de massagem e recebida de forma especialmente satisfat√≥ria por seu cliente.

FACE

Em geral, a face √© a parte que primeiramente observamos em outras pessoas. Ela est√° descoberta, exposta, e oculta a hist√≥ria de seu ‚Äúdono‚ÄĚ, de modo aberto ou velado. Sua express√£o √© esculpida pela mir√≠ade de pequenos m√ļsculos que nos permitem a mobilidade para fazer ‚Äúcaras e bocas‚ÄĚ. O stress e as tens√Ķes se refletem pela tens√£o na testa, na mand√≠bula e nos olhos, e a alegria e a serenidade por uma express√£o aberta e relaxada. E n√£o importa se ‚Äúvestimos‚ÄĚ uma m√°scara constantemente sorridente de concilia√ß√£o, ou de surpresa zombeteira, com as sobrancelhas sempre arqueadas, os padr√Ķes congelados em nossas faces ajudam a revelar nossas atitudes e nosso car√°ter. Porque nos permite dispensar algumas de nossas m√°scaras, uma massagem facial cuidadosa pode levar a uma sensa√ß√£o de relaxamento profundo e a um sentimento de ‚Äúliga√ß√£o‚ÄĚ com todo o corpo. A massagem facial pode ainda proporcionar a confort√°vel sensa√ß√£o do nosso ‚Äúeu verdadeiro‚ÄĚ, sem a necessidade de parecer o que n√£o somos.

BRAÇOS E MÃOS

Quando evolu√≠mos de quadr√ļpedes para animais b√≠pedes, liberamos nossos membros superiores para diversos usos ‚Äď por exemplo a coleta de alimento, a busca de combust√≠vel e o combate ao perigo. Tamb√©m expusemos nossos ventres vulner√°veis, e nossas inter-rela√ß√Ķes com os de nossa esp√©cie adquiriram uma nova sensibilidade. Os bra√ßos e as m√£os est√£o intimamente ligados ao relacionamento ‚Äď como nos relacionamos com nossos semelhantes e com o mundo em geral, e at√© como damos e recebemos. As m√£os e os bra√ßos s√£o instrumentos do fazer e da express√£o ‚Äď a partir dos quais os sentimentos podem fluir livremente, desde que inexistam tens√Ķes cr√īnicas na √°rea do ombro e da garganta. Com nossos bra√ßos e m√£os, exprimimos nossas emo√ß√Ķes mais intensas, demonstramos amos ao abra√ßar, dar, proteger ou afagar: √≥dio ou raiva por meio de golpes, socos, punhos agitados. Assim a massagem das m√£os e dos bra√ßos √© uma experi√™ncia maravilhosamente libertadora e relaxante, sobretudo para os que tendem a ‚Äúconter‚ÄĚ seus sentimentos.

FRENTE DO TORSO

Enfrentamos o mundo com a frente de nosso corpo, expondo o ventre, nossa parte mais desprotegida. A parte frontal do torso est√° ligada ao modo como nos sentimos e como nos relacionamos. O torso consiste em duas partes principais ‚Äď o gradil costal, r√≠gido e protetor, que abriga cora√ß√£o, pulm√Ķes e outros √≥rg√£os: e a parede muscular do abd√īmen, macia e desprotegida, que cont√©m os intestinos ‚Äď nossas sensa√ß√Ķes mais profundas. Ao massagear a frente do torso, lembre-se de que essa √© uma √°rea vulner√°vel. Antes de come√ßar, atente por algum tempo para o padr√£o respirat√≥rio de seu cliente e observe quase as partes do torso se movimentam com a respira√ß√£o, pois voc√™ ir√° coordenar seus movimentos com a respira√ß√£o. Nosso padr√£o respirat√≥rio est√° intimamente ligado com nossa vitalidade e sa√ļde emocional. Se seu cliente est√° confiante, a recep√ß√£o de uma massagem nessa √°rea pode ser uma experi√™ncia profunda tanto para o terapeuta como para o cliente, pelo estabelecimento de um contato profundo entre os dois.

FRENTE DAS PERNAS

Na sociedade ocidental moderna, muitos de n√≥s perdemos o contato com nossos corpos, com a terra onde nos firmamos. Demasiado tempo e energia perdem-se a 1,5 metro acima do ch√£o, encerrados nas nossas cabe√ßas. Uma massagem completa termina na frente das pernas, e assim voc√™ conduz a percep√ß√£o do receptor da massagem sentindo-se ‚Äúterreado‚ÄĚ, ligado ao ch√£o. A seq√ľ√™ncia a seguir √© semelhante √† utilizada na parte posterior das pernas. Mas, aqui, o campo de trabalho √© um pouco diferente ‚Äď al√©m da √°rea muscular e macia da coxa, voc√™ estar√° trabalhando as √°reas √≥sseas da canela e tamb√©m do joelho. Joelhos continuamente retesados ou retra√≠dos indicam uma personalidade um tanto insegura, que est√° lutando para manter um v√≠nculo com a vida e seu equil√≠brio. A massagem pode ajudar na libera√ß√£o da energia bloqueada nas pernas, permitindo que a pessoa se movimente mais livremente em sua exist√™ncia.

O USO CORRETO DAS MÃOS

MassoterapiaO modo como as m√£os s√£o usadas √© t√£o relevante para a t√©cnica de massagem quanto a postura corporal. Qualquer tens√£o nas m√£os do terapeuta pode refletir ansiedade, que ser√° facilmente transferida para o cliente e impedir√° qualquer tentativa de induzir ao relaxamento. A press√£o para a manobra de massagem √© exercida principalmente pela descarga do peso do corpo, e n√£o pelas m√£os e as contra√ß√Ķes musculares das m√£os s√£o, portanto, minimizadas. De modo similar, a palpa√ß√£o e a avalia√ß√£o dos tecidos s√£o mais eficazes quando as m√£os est√£o relaxadas: e quaisquer mudan√ßas nos tecidos que ocorram como rea√ß√£o √† t√©cnica de massagem tamb√©m s√£o facilmente detectadas quando as m√£os est√£o relaxadas.

REGI√ēES ANAT√ĒMICAS DAS M√ÉOS
  1. Eminência hipotenar;
  2. Eminência tenar;
  3. Palma;
  4. Articulação metacarpofalangiana;
  5. Articulação interfalangeana proximal;
  6. Articulação interfalangeana distal;
  7. Articulação interfalangeana do polegar.

Os dedos das mãos e dos pés possuem: Falange proximal. Falange Medial e falange Distal.
Os dedo polegar e o hálux só possuem as falanges proximal e distal.

MANOBRAS B√ĀSICAS DE MASSAGEM

1. EFFLEURAGE (DESLIZAMENTO SUPERFICIAL)

MassoterapiaEffleurage (deslizamento) é o nome da técnica aplicada sempre no início e no final da massagem. Seus movimentos lentos e suaves, essenciais para que a pessoa se acostume com o contato de suas mãos, são utilizados para espalhar o óleo em todo o corpo. Além disso, permite que as mãos deslizem delicadamente ligando um movimento ao seguinte.

O deslizamento superficial pode ser aplicado em qualquer parte do corpo e em geral n√£o tem sentido obrigat√≥rio. A palma de uma, ou das duas m√£os, desliza devagar pelo corpo, moldando-se a seus contornos. 

Para isso, elas precisam estar totalmente relaxadas. O ritmo também pode variar. Um ritmo lento acalma e relaxa, enquanto um ritmo rápido estimula determinada área.

Efeitos Terapêuticos do Effleurage:

  • Estabelece uma rela√ß√£o de confian√ßa entre a pessoa que est√° sendo massageada e o terapeuta;
  • A pessoa sente uma sensa√ß√£o profunda de relaxamento;
  • O deslizamento superficial √© excelente para acalmar e liminar a tens√£o e ansiedade. Al√©m de aliviar o stress e acabar com as dores de cabe√ßa e enxaquecas, ela melhora a press√£o arterial e interrompe as noites mal dormidas. Aplicada depois de atividades esportivas, ajuda a eliminar os res√≠duos, como o √°cido l√°tico, que ficam depositados nos tecidos. O tempo de recupera√ß√£o pode ser bem acelerado.
2. DESLIZAMENTO PROFUNDO

Visa a circulação de retorno (sanguínea e linfática). Tem sentido obrigatório. Deve ser feito no sentido da circulação venosa, sempre da periferia de um determinado segmento para o centro do corpo, ou seja, o coração (direção centrípeta).

Seus movimentos são mais rápidos e profundos, essenciais para eliminação de toxinas dos tecidos mais profundos.

O deslizamento profundo estimula o organismo. Ele melhora a circula√ß√£o e ativa o fluxo da linfa para que res√≠duos sejam eliminados. A massagem vigorosa √© eficaz em particular antes das pr√°ticas esportivas. Quando combinada com outras t√©cnicas de massagem, pode melhorar o desempenho, aumentar a agilidade e evitar luxa√ß√Ķes.

Lembrete aos terapeutas: Nunca perca o contato com a pessoa que está sendo massageada; Faça massagem em direção ao coração e retorne com movimentos leves e suaves; Mantenha as mãos relaxadas e utilize toda a região palmar e o antebraço; Evite movimentos bruscos. A massagem é sempre rítmica e contínua; Se a pessoa for muito peluda, use uma quantidade maior de óleo aromático e um borrifador de água, nunca jogando a água direto na pele do cliente; Mantenha as unhas sempre bem aparadas; Cuidados especiais com os clientes idosos, devido à osteoporose, com as gestantes e com as crianças.

3. FRICÇÃO

MassoterapiaEm geral, a fric√ß√£o √© feita com as polpas dos polegares. Entretanto, a ponta e o n√≥ dos dedos tamb√©m podem ser usados, bem como os cotovelos. Essa t√©cnica constitui uma excelente forma de localizar a dissolver n√≥s ou n√≥dulos que podem desenvolver-se, sobretudo na regi√£o da esc√°pula e dos m√ļsculos paravertebrais da coluna. O terapeuta, em geral, aprimora essa t√©cnica nas costas.

  • Quando aplicada no sentido celular subcut√Ęneo, visa destruir co√°gulos, dissolver n√≥s e n√≥dulos, elimina res√≠duos, dissolve dep√≥sitos de gordura, suaviza velhas cicatrizes (ader√™ncias) e alivia a dor localizada;
  • Quando aplicada em torno das articula√ß√Ķes, visa ativar o l√≠quido sinovial e reabsorver l√≠quidos extravasados em conseq√ľ√™ncia de um trauma;
  • Quando aplicada no abd√īmen, visa ativar a circula√ß√£o fecal.

Lembrete aos terapeutas: Massageie os m√ļsculos mais profundos e n√£o apenas a pele; N√£o cutuque nem espete. Pressione devagar os tecidos, aumentando aos poucos a intensidade; Use as polpas dos dedos dos polegares e n√£o as pontas, para que as unhas, mesmo bem aparadas, n√£o machuquem a pele.

4. AMASSAMENTO

MassoterapiaExistem v√°rias t√©cnicas de amassamento como compress√£o, reptante, rolamento e tor√ß√£o. Essa t√©cnica permite que os m√ļsculos sejam trabalhados num n√≠vel profundo e mostra-se eficaz em particular quando realizada em √°reas com bastante tecido muscular como panturrilha, quadril, coxa, ombro e as gorduras localizadas do abd√īmen, e as celulites do gl√ļteo.

  • O amassamento reptante visa dar maior nutri√ß√£o √†s fibras musculares e proporciona maior cota de sangue arterial as mesmas.
  • O amassamento por compress√£o visa eliminar as toxinas, como o √°cido l√°tico.

Lembrete aos terapeutas: Amasse todo o m√ļsculo e n√£o apenas a pele; Use toda a m√£o e n√£o apenas os dedos e o polegar, caso contr√°rio voc√™ ir√° beliscar a pele e provocar desconforto.

5. PERCUSSÃO

MassoterapiaA percuss√£o consiste em uma variedade de movimentos nos quais os m√ļsculos s√£o estimulados por v√°rias partes das m√£os, como os lados, as palmas ou at√© mesmo os punhos cerrados. Os movimentos de percuss√£o s√£o realizados apenas nas √°reas mais carnudas, com mais tecido muscular ‚Äď nunca nas √°reas predominantemente √≥sseas.

A manobra de percuss√£o melhora a circula√ß√£o, pois visa a contra√ß√£o das fibras musculares e o sangue √© trazido para a superf√≠cie, induz o t√īnus muscular, reduz os dep√≥sitos de gordura, ajuda a soltar o muco dos pulm√Ķes. Os movimentos de percuss√£o estimulam e s√£o extremamente ben√©ficos quando aplicados antes de atividades esportivas.

Quando aplicada no abd√īmen, com as palmas das m√£os em forma de concha, recebe o nome de tapotagem e visa ativar os movimentos perist√°lticos. √Č √≥timo para quem sofre de pris√£o de ventre.

Lembrete aos terapeutas: N√£o aplique essa t√©cnica em √°reas predominantemente √≥sseas como, por exemplo, a canela. A percuss√£o √© realizada nas √°reas do corpo com maior quantidade de tecido muscular; N√£o aplique percuss√£o sobre √°reas sens√≠veis e com grande concentra√ß√£o de g√Ęnglios linf√°ticos, como a parte posterior dos joelhos, na virilha, nas axilas, no pesco√ßo (proemin√™ncia lar√≠ngea), nas articula√ß√Ķes e em regi√Ķes tendinosas; Certifique-se que sua cliente n√£o esteja com a bexiga cheia, se t√™m mais de duas horas da sua √ļltima refei√ß√£o e se ela n√£o est√° gr√°vida; Quando estiver fazendo a tapotagem no abd√īmen, coloque a m√£o em forma de concha para evitar tapas. Certifique-se que a perna est√° fletida e pe√ßa para o cliente respirar pela boca; Mantenha os pulsos relaxados e fa√ßa movimentos leves para evitar desconforto.

6. VIBRAÇÃO

Massoterapia√Č uma t√©cnica praticada com uma ou duas m√£os, em que um delicado movimento de agita√ß√£o, ou tremor, √© transmitido aos tecidos pela m√£o ou pelas pontas dos dedos.

A vibra√ß√£o √© um movimento que objetiva principalmente ajudar a soltar as secre√ß√Ķes nos pulm√Ķes. A vibra√ß√£o tamb√©m pode ser usada como t√©cnica estimulante sobre o tecido muscular, visto que pode estimular o reflexo do estiramento.

  • Quando a manobra √© plena e suave, tem efeito calmante, analg√©sico e antiespasm√≥dico.
  • Quando a manobra √© en√©rgica e profunda, tem efeito estimulante.

Lembrete aos terapeutas: Esta manobra é essencialmente terapêutica; Por ser muito cansativa você tem liberdade para usar um massageador elétrico para substitui-la. Devemos sempre aplicá-la no momento da expiração do cliente.

7. MOVIMENTAÇÃO

MassoterapiaA movimentação é a terapia ou tratamento através do movimento e engloba recursos e técnicas variados, incluindo: mobilização ativa e passiva, alongamento, exercícios respiratórios, exercícios para fortalecimento muscular, reeducação da postura, coordenação motora, equilíbrio, dentre outros.

Um dos seus principais aspectos √© englobar, atrav√©s da realiza√ß√£o de exerc√≠cios est√°ticos e din√Ęmicos associados √† respira√ß√£o e √† reeduca√ß√£o da postura e do movimento, a conscientiza√ß√£o corporal, o resgate da auto-imagem e a orienta√ß√£o de condutas para as atividades da vida di√°ria.

A movimentação pode ser realizada de forma manual, podendo ser realizados os movimentos e exercícios ao ar livre ou na água (hidroterapia), utilizando-se também bolas, pranchas, barras, pesos e outros recursos para se alcançar os objetivos.

O programa de movimentação é individual e prescrito e aplicado por um fisioterapeuta habilitado.

  • A movimenta√ß√£o ativa √© aquela em que somente o cliente realiza os movimentos o qual foi orientado a fazer.
  • A movimenta√ß√£o passiva √© aquela em que somente o terapeuta realiza os movimentos.
  • A movimenta√ß√£o ativa ajudada √© aquela em que o cliente e o terapeuta tomam parte da manobra.
  • A movimenta√ß√£o ativa com oposi√ß√£o √© aquela em que o cliente realiza os movimentos e o terapeuta op√Ķe uma resist√™ncia.

Lembrete aos terapeutas: Quando a movimentação é feita por meio de aparelhos recebe o nome de Mecanoterapia.

MOVIMENTOS ARTICULARES

  • FLEX√ÉO ‚Äď √Č o movimento de uma parte do corpo contra outra, com diminui√ß√£o do √Ęngulo da juntura entre essas partes, ocorre no plano sagital em torno de um eixo l√°tero-lateral. Exemplo: ‚Äúdobrar‚ÄĚ o cotovelo, levantar a coxa contra o abd√īmen;
  • EXTENS√ÉO ‚Äď √Č o movimento oposto a flex√£o, tamb√©m ocorre no plano sagital em torno do eixo l√°tero-lateral. Consiste em afastar uma parte corporal da outra, com o aumento do √Ęngulo da articula√ß√£o entre essas partes. Exemplo: retifica√ß√£o dos dedos, inclina√ß√£o do pesco√ßo para tr√°s;
  • HIPEREXTENS√ÉO ‚Äď √Č o movimento exagerado de extens√£o. Exemplo: hiperextens√£o dos joelhos (provocam um arco convexo posteriormente entre a coxa e a perna);
  • ABDU√á√ÉO ‚Äď √Č o afastamento de um membro do plano mediano do corpo ou, no caso dos dedos, distanciamento do eixo da m√£o e do p√©. Acontece no plano frontal em torno do eixo Antero-posterior. Dica: para lembrar, pense em abrir - abdu√ß√£o;
  • ADU√á√ÉO ‚Äď √Č o movimento oposto √† abdu√ß√£o, consiste na aproxima√ß√£o de um membro do plano sagital do corpo ou, para os dedos, ao eixo da m√£o ou do p√©. Ocorre no plano frontal em torno do eixo Antero-posterior.
  • FLEX√ÉO LATERAL ‚Äď Termo usado para denotar os movimentos da cabe√ßa, pesco√ßo e tronco no plano frontal em torno do eixo Antero-posterior;
  • ROTA√á√ÉO MEDIAL OU INTERNA ‚Äď Movimento em torno do eixo longitudinal, no plano horizontal. A face anterior do membro volta-se para o plano mediano do corpo;
  • ROTA√á√ÉO LATERAL OU EXTERNA ‚Äď A face anterior do membro desvia-se para o lado, ocorre no plano horizontal em torno do eixo longitudinal. Exemplo: Girar o bra√ßo, as articula√ß√Ķes do ombro e quadril;
  • CIRCUNDA√á√ÉO ‚Äď √Č a combina√ß√£o sucessiva de flex√£o, abdu√ß√£o, extens√£o e adu√ß√£o de um segmento. S√≥ s√£o poss√≠veis nas junturas esf√©ricas e em sela, como os ombros;
  • SUPINA√á√ÉO E PRONA√á√ÉO ‚Äď S√£o movimentos de rota√ß√£o do antebra√ßo no plano horizontal. Na prona√ß√£o a extremidade distal do osso r√°dio move-se a partir de uma posi√ß√£o lateral para uma posi√ß√£o medial e o dorso da m√£o fica voltado para frente. Na supina√ß√£o ocorre o oposto. √Č melhor observar esses movimentos com o antebra√ßo fletido a 90¬ļ para evitar que a rota√ß√£o do ombro produza a falsa apar√™ncia do movimento.
  • EVERS√ÉO ‚Äď Movimento da sola do p√© para fora nas articula√ß√Ķes do tornozelo e intert√°rsicas.
  • INVERS√ÉO ‚Äď Movimento da sola do p√© para dentro, nas articula√ß√Ķes do tornozelo e intert√°rsicas;
  • DORSIFLEX√ÉO ‚Äď O dorso dos p√©s se movem em dire√ß√£o anterior e para cima.
  • FLEX√ÉO PLANTAR ‚Äď A planta dos p√©s se movem em dire√ß√£o caudal e posterior.
  • PROTRA√á√ÉO ‚Äď Movimento de uma parte do corpo para a frente num plano horizontal. Exemplo: protra√ß√£o da mand√≠bula;
  • RETRA√á√ÉO ‚Äď Movimento de uma parte do corpo para tr√°s num plano horizontal. Exemplo: retra√ß√£o da mand√≠bula;
  • ELEVA√á√ÉO ‚Äď Movimento de uma parte do corpo para cima. Exemplo: eleva√ß√£o da esc√°pula;
  • DEPRESS√ÉO ‚Äď Movimento de uma parte do corpo para baixo.

FUN√á√ÉO DOS M√öSCULOS NO CORPO (Regi√Ķes com movimenta√ß√£o)

FACE
  • Depressor da mand√≠bula: DIG√ĀSTRICO e A√ß√£o da gravidade;
  • Elevador da mand√≠bula: MASSETER, TEMPORAL E PTERIG√ďIDEO MEDIAL;
  • Retra√ß√£o: TEMPORAL;
  • Protus√£o: PTERIG√ďIDEO LATERAL;
  • Movimento de lateralidade: PTRIG√ďIDEO LATERAL.
PESCOÇO
  • Flex√£o: ESTERNOCLEIDOMAST√ďIDEO (bilateralmente);
  • Extens√£o: TRAP√ČZIO (fibras superiores);
  • Inclina√ß√£o lateral: ESCALENOS (anterior, m√©dio e posterior);
  • Rota√ß√£o lateral: ESTERNOCLEIDOMAST√ďIDEO (lado oposto que gira a cabe√ßa).
CINTURA ESCAPULAR
  • Eleva√ß√£o: TRAP√ČZIO (fibras superiores), LEVANTADOR DA ESC√ĀPULA (auxiliados pelos ROMB√ďIDES Maior e Menor);
  • Depress√£o: TRAP√ČZIO (fibras anteriores), PEITORAL MENOR (auxiliados pelos SUBCL√ĀVIO, GRANDE DORSAL e parte inferior do PEITORAL MAIOR);
  • Protus√£o: SERR√ĀTIL ANTERIOR (auxiliado pelo PEITORAL MAIOR);
  • Retra√ß√£o: TRAP√ČZIO, ROMB√ďIDE MAIOR E MENOR (auxiliado pelo GRANDE DORSAL);
  • Rota√ß√£o Superior: TRAP√ČZIO (fibras M√©dias e inferiores) e SERR√ĀTIL ANTERIOR;
  • Rota√ß√£o Inferior: LEVANTADOR DA ESC√ĀPULA e ROMB√ďIDES MAIOR e MENOR.
TRONCO
  • Flex√£o: RETO DO ABDOMEN, OBL√ćQUIOS INTERNO e EXTERNO (bilateralmente;
  • Extens√£o: ERETOR DA ESPINHA (√ćLIO COSTAL, LONGU√ćSSIMO, ESPINHAL) e TRANSVERSO ESPINHOSO;
  • Rotadores: OBL√ćQUOS INTERNO e EXTERNO;
  • Inclina√ß√£o Lateral: QUADRADO LOMBAR (unilateralmente).
BRAÇO
  • Flex√£o: DELT√ďIDE (por√ß√£o clavicular), C√ďRACO BRAQUIAL e PEITORAL MAIOR (por√ß√£o clavicular);
  • Extens√£o: DELT√ďIDE (por√ß√£o escapular) e GRANDE DORSAL;
  • Abdu√ß√£o: DELT√ďIDE (por√ß√£o acromial) e SUPRA-ESPINHAL;
  • Adu√ß√£o: PEITORAL MAIOR, GRANDE DORSAL e REDONDO MAIOR;
  • Rota√ß√£o Lateral: INFRA-ESPINHAL e REDONDO MENOR;
  • Rota√ß√£o Medial: SUB-ESCAPULAR e REDONDO MAIOR;
  • Circunda√ß√£o: Combina√ß√£o de todos os movimentos.
ANTE-BRAÇO
  • Flex√£o: B√ćCEPS BRAQUIAL, BRAQUIAL e BRAQUIORADIAL;
  • Extens√£o: TR√ćCEPS BRAQUIAL (auxiliado pelo ANC√ĒNEO);
  • Prona√ß√£o: REDONDO e QUADRADO PRONADOR;
  • Supina√ß√£o: SUPINADOR e B√ćCEPS BRAQUIAL.
MÃO
  • Flex√£o: FLEXOR RADIAL DO CARPO, FLEXOR ULNAR DO CARPO e PALMAR LONGO;
  • Extens√£o: EXTENSORES RADIAIS DO CARPO (longo e curto) e EXTENSOR ULNAR DO CARPO;
  • Desvio Radial: FLEXOR RADIAL DO CARPO, EXTENSORES RADIAIS DO CARPO (longo e curto);
  • Desvio Ulnar: FLEXOR ULNAR DO CARPO, EXTENSOR ULNAR DO CARPO.
COXA
  • Flex√£o: ILIOPSOAS (auxiliado pelos SART√ďRIO, RETO DA COXA, PECT√ćNEO e TENSOR DA F√ĀSCIA LATA);
  • Extens√£o: GRANDE GL√öTEO (auxiliado pelos B√ćCEPS DA COXA, SEMI-TENDINOSO, SEMI-MEMBRANOSO e POR√á√ÉO EXTENSORA DO ADUTOR MAGNO);
  • Abdu√ß√£o: M√ČDIO GL√öTEO (auxiliado pelo PEQUENO GL√öTEO);
  • Adu√ß√£o: ADUTORES LONGO, CURTO E MAGNO (por√ß√£o adutora), GR√ĀCIL e PECT√ćNEO;
  • Rota√ß√£o Lateral: GRANDE GL√öTEO, PERIFRME, OBTURADOR INTERNO e EXTERNO, G√äMEOS SUPERIOR e INFERIOR e QUADRADO DA COXA;
  • Rota√ß√£o Medial: PEQUENO GL√öTEO (auxiliado pelo M√ČDIO GL√öTEO e TENSOR DA F√ĀSCIA LATA;Circunda√ß√£o: Combina√ß√£o de todos os movimentos.
PERNA
  • Flex√£o: ISQUIOTIBIAIS (B√ćCEPS DA COXA, SEMI-TENDINOSO e SEMI-MEMBRANOSO) (auxiliados pelos SART√ďRIO, GR√ĀCIL e GASTROCN√äMIO);
  • Extens√£o: QUADR√ćCEPS DA COXA (RETO DA COXA, VASTO MEDIAL, LATERAL e INTERM√ČDIO).
P√Č
  • Dorsiflex√£o: TIBIAL ANTERIOR e EXTENSOR LONGO DOS DEDOS (auxiliados pelos EXTENSOR LONGO DO H√ĀLUX E FIBULAR LONGO);
  • Flex√£o Plantar: TR√ćCEPS SURAL (GATROCN√äMIO POR√á√ÉO MEDIAL e LATERAL e S√ďLEO) e TIBIAL POSTERIOR (principalmente quando a perna est√° fletida) (auxiliado pelo FIBULAR LONGO);
  • Invers√£o: TIBIAL ANTERIOR e POSTERIOR;
  • Extens√£o: FIBULAR LONGO e CURTO.

FUN√á√ÉO DOS M√öSCULOS NO CORPO (Regi√Ķes sem movimenta√ß√£o)

T√ďRAX
  • REGI√ÉO ANTERO-LATERAL
    • Grande peitoral
    • Pequeno peitoral
    • Grande denteado (serr√°til)
    • Subcl√°vio
  • REGI√ÉO COSTAL
    • Supra-costela
    • Inter-costela interno
    • Inter-costela externo
    • Triangular do esterno (transverso do t√≥rax) 
ABD√ĒMEN
  • M√öSCULOS LONGOS
    • Grande reto do abd√īmen
    • Piramidal do abd√īmen
  • M√öSCULOS LARGOS
    • Grande obl√≠quo
    • Pequeno obl√≠quo
    • Transverso do abd√īmen
  • REGI√ÉO POSTERIOR
    • Quadrado lombra
    • Psoas il√≠aco
    • Pequenos psoas
  • REGI√ÉO SUPERIOR OU DIAFRAGM√ĀTICA
    • Diafragma
GL√öTEA
  • Grande gl√ļteo
  • M√©dio gl√ļteo
  • Pequeno gl√ļteo
  • Piramidal da p√©lvis
  • Obturador interno
  • Obturador externo
  • G√™meos pelvianos
  • Quadrado crural
EFEITOS DA MASSAGEM

O EFEITO DIRETO (Local e perif√©rico), puramente mec√Ęnico, observado no segmento do corpo humano em que o massoterapeuta trabalha, destaca-se a elimina√ß√£o de c√©lulas mortas e os restos das secre√ß√Ķes das gl√Ęndulas cut√Ęneas, ficando as camadas superficiais da epiderme mais nutridas, moles, male√°veis e resistentes.

O fato das gl√Ęndulas seb√°ceas e sudor√≠paras se beneficiarem, por ficarem mais abertas e limpas, n√£o nos permite julgar que pela massagem possam ser removidos dep√≥sitos de gorduras acumuladas debaixo da epiderme.

A obesidade diminui por efeito geral sobre o metabolismo e sobre o quociente respirat√≥rio, sendo a massagem em todo o caso, necess√°ria durante um tratamento de emagrecimento (como a DIN√ÉMICA EST√ČTICA, por exemplo), para que n√£o resultem tecidos fl√°cidos externos ptoses (√≥rg√£os ca√≠dos) e prolapsos (√≥rg√£os fora do lugar de origem).

O efeito mec√Ęnico atua tamb√©m sobre cicatrizes, ader√™ncias, aumento do afluxo de sangue arterial (hiperemia), melhora o escoamento da linfa e do sangue venoso, produz analgesia e um ligeiro aumento da temperatura local.

No EFEITO INDIRETO DA MASSAGEM (secund√°rio e geral), o maior afluxo de sangue (hiperemia), faz desprender mat√©rias org√Ęnicas. As mais importantes s√£o: a histamina (agente al√©rgico) e a acetilcolina. Os efeitos da massagem, assemelham-se ao tratamento galv√Ęnico chamado Iontoforese, em que h√° rubor, vasculariza√ß√£o, velocidade mais acentuada da circula√ß√£o, dilata√ß√£o capilar, etc. A mobiliza√ß√£o da acetilcolina, que estimula o nervo parassimp√°tico, contribui para a vasodilata√ß√£o e o aumento da permeabilidade dos limites circulares e exacerba os processos qu√≠micos autol√≠ticos procedentes da reabsor√ß√£o das esc√≥rias metab√≥licas.

A maior permeabilidade das paredes dos vasos, conduz a melhor irriga√ß√£o da derme e do tecido celular subcut√Ęneo, resultando maior elasticidade, aumento dos fibroblastos (c√©lulas provenientes das c√©lulas conjuntivas) e leuc√≥citos (gl√≥bulos brancos) situados localmente, o que por si j√° ativa os elementos ret√≠culo-endoteliais (importantes na defesa geral) e afasta o perigo de auto-intoxica√ß√£o. Impulsiona, tamb√©m as hormonas cut√Ęneas, as vitaminas da pele e os corpos de imunidade do mes√™nquima (√≥rg√£o do suporte dos tecidos). Este contribui para o apoio dos √≥rg√£os e troca de eletr√≥litos entre c√©lulas capilares. Visto que o tecido conjuntivo situado entre a derme e a f√°scia muscular tem a fun√ß√£o de filtragem e armazenagem de √°gua, sal, gordura, prote√≠na, amido e detritos. Pela massagem d√°-se um melhoramento apreci√°vel neste sentido. Os efeitos indiretos s√£o de tr√™s naturezas:

  1. CALMANTE: √Č obtido de manobras suaves, lentas e bastante repetidas. O que caracteriza o efeito calmante √© sua extrema delicadeza.
  2. ESTIMULANTE: √© obtido pela rapidez dos movimentos com que √© feita a massagem, abrangendo m√ļsculos, mantendo ou restaurando as suas propriedades fisiol√≥gicas, tais como: Contratilidade, Elasticidade e Coordena√ß√£o.
  3. DESINTOXICANTE: Muito se assemelha ao efeito estimulante, porém é obtido através de manobras de profundidade, principalmente de compressão, determinando uma drenagem das fibras musculares e mais rápido escoamento dos vasos sanguíneos e linfáticos. Muito utilizada na massagem desportiva, porque combate a fadiga muscular.

Nos EFEITOS RELAXANTES ou DESCONGESTIONANTES, quando os m√ļsculos est√£o em funcionamento, eliminam grande quantidade de res√≠duos t√≥xicos que s√£o depositados neste mesmo meio. A uma certa altura, este l√≠quido ir√° se encontrar saturado, apesar da a√ß√£o dos √≥rg√£os eliminadores (Rins e gl√Ęndulas sudor√≠paras) ocorrendo, ent√£o, a fadiga muscular.

Para auxiliar a normalização deste meio, deve-se friccionar ligeiramente os espaços intersticiais, fazendo refluir à massa sanguínea das extremidades ao centro, aumentando a evacuação (Ex. ácido lático).

EFEITOS NEUROT√ĒNICOS - O sistema nervoso √© percorrido ininterruptamente por est√≠mulos sensoriais, cujo mais amplo √© o tato, e respondem atrav√©s de movimentos. √Č a pele que recebe a maior parte das impress√Ķes que ser√£o transformadas em sensa√ß√Ķes.

A massagem traz a pele sensa√ß√Ķes t√°teis multiplicadas intermitentes, ritmadas e repetidas. As m√£os passando de regi√£o em regi√£o abrange todas as termina√ß√Ķes do tato, e estas impress√Ķes t√°teis acabam por lan√ßar nos centros nervosos um influxo muito grande, sendo considerado uma esp√©cie de recarga em nossos nervos. Da√≠ ocorre √† sensa√ß√£o de bem estar.

EFEITOS NA CIRCULA√á√ÉO ‚Äď A primeira rea√ß√£o da massagem √© observada atrav√©s da circula√ß√£o. O efeito vasomotor manifesta-se na palidez da pele devido ao esvaziamento das veias, sobretudo superficiais, come√ßando logo com deslizamentos centripetais, isto √©, da periferia do segmento para o centro do cora√ß√£o. O refluxo √© impossibilitado devido a exist√™ncia de v√°lvulas nas veias. Segue-se o rubor da pele devido √† suc√ß√£o nos capilares arteriais os quais, dilatando-se, leva a hiperemia local, que conduz a uma melhora do fluxo do ventr√≠culo esquerdo do cora√ß√£o. Por isso, e devido ao esvaziamento dos excessos de sangue nos interst√≠cios do tecido conjuntivo, sintomas de estagna√ß√£o, edemas, cianose (ac√ļmulo de sangue venoso) arritmias, etc, s√£o influenciados no sentido de melhora. A press√£o sist√≥lica m√°xima diminui quando a massagem geral √© precedida de repouso pr√©vio. A seguir ao esfor√ßo f√≠sico, a pulsa√ß√£o √© acelerada. H√° maior consumo de oxig√™nio e aumento do coeficiente respirat√≥rio e da elimina√ß√£o de anidrito carb√īnico. O l√≠quido que durante a massagem passa do tecido para os capilares aumenta a press√£o tecidual que dilata os vasos linf√°ticos e desenvolve o transporte da linfa e, indiretamente na urina. Desta forma, a melhora de edemas e hematomas √© acentuada.

EFEITOS NA MUSCULATURA ‚Äď As ondas produzidas nos m√ļsculos tratados com press√£o, distendem as fibras e aumentam o t√īnus e o potencial el√©trico, pois n√£o h√° maior perigo para um m√ļsculo do que sua inatividade que leva a hipotonia. Secundariamente, a elasticidade dos tend√Ķes √© favorecida. A massagem torna o m√ļsculo mais ativo, r√°pido e expansivo durante mais tempo. A massagem de cinco minutos restaura o m√ļsculo fatigado mais eficazmente do que a massagem de vinte minutos, devido a profundidade que √© alcan√ßada eliminando os √°cidos acumulados. O aumento do t√īnus explica-se por influ√™ncia da adrenalina e acetilcolina sobre o sistema aut√īnomo.

Quando no m√ļsculo incide calor, o seu equil√≠brio √°cido-b√°sico √© desviado para o lado alcalino, ao passo que o movimento ativo acidifica o tecido muscular, devido ao acr√©scimo do √°cido l√°tico. Ap√≥s a massagem o √°cido l√°tico, assim como o √°cido carb√īnico e fosf√≥rico e tamb√©m, indiretamente a ur√©ia, s√£o eliminados em maior escala (Este √ļltimo, igualmente pelas fezes). Quando ent√£o o m√ļsculo se reabilita, a maior parte do √°cido l√°tico √© retransformado em glicog√™nio, do qual depende a sua atividade.

EFEITO PROFUNDO ‚Äď Da massagem da pele, do tecido conjuntivo subcut√Ęneo e da musculatura ainda seguem reflexos para os √≥rg√£os internos. Por meio de an√°lises hematol√≥gicas verifica-se aumento de volume da hemoglobina, do n√ļmero de gl√≥bulos vermelhos (indica√ß√£o da massagem na anemia cr√īnica) e a quantidade de gl√≥bulos brancos. Importante √© o resultado que d√° a massagem dos √≥rg√£os abdominais, ativando o √°cido clor√≠drico do est√īmago (N√£o a quantidade de suco g√°strico), o trabalho da musculatura lisa e das gl√Ęndulas do est√īmago e intestinos (sobretudo do intestino delgado). A fun√ß√£o do f√≠gado e do p√Ęncreas √© impulsionada. A altera√ß√£o do h√°lito do cliente, notado freq√ľentemente durante a massagem do ventre, evidencia a sa√≠da de gases. Finalmente, a massagem em geral, baixa a press√£o do l√≠quido cefalorraquidiano favorecendo, por exemplo √† melhora da dor de cabe√ßa.

MASSAGEM NOS ESPORTES

A massagem tem uma hist√≥ria not√°vel de efic√°cia no campo dos esportes e, conseq√ľentemente, √© bem recebida pela maioria dos atletas. Os m√©todos para abordar a fadiga e a rigidez muscular no campo dos esportes s√£o os mesmos que em qualquer outra situa√ß√£o. As diverg√™ncias existem apenas quanto a aplica√ß√£o de t√©cnicas para desenvolvimento dos m√ļsculos. Um pr√©-requisito adicional para a massagem em atletas √© a consci√™ncia dos aspectos psicol√≥gicos da competi√ß√£o; Tamb√©m √© importante ter em mente que alguns aspectos do tratamento, como les√Ķes e reabilita√ß√£o, pertencem aos dom√≠nios da medicina esportiva e, conseq√ľentemente, exige a experi√™ncia de um terapeuta esportivo. Ainda assim √© essencial que o terapeuta massagista compreenda os estados que os m√ļsculos tendem a assumir durante oi treinamento e em outras ocasi√Ķes. Pela mesma raz√£o, √© importante que os objetivos da massagem esportiva seja bem definidos.

MASSAGEM DURANTE O TREINAMENTO

Em per√≠odos de treinamento e entre eventos esportivos, a massagem √© usada para manter um desempenho muscular ideal. T√©cnicas de deslizamento s√£o essenciais para elimina√ß√£o de metab√≥licos e de toxinas produzidas pela atividade muscular. O deslizamento profundo com o polegar √© aplicado para reduzir forma√ß√Ķes nodulares. A compress√£o e o amassamento s√£o empregados para aliviar a tens√£o muscular e liberar qualquer ader√™ncia no interior do m√ļsculo ou entre estruturas adjacentes. A flexibilidade √© mantida pelo alongamento passivo.

MASSAGEM ANTES DO EVENTO ESPORTIVO

Antes de uma sess√£o de treinamento ou atividade esportiva, os m√ļsculos s√£o aquecidos com as manobras aceleradas de deslizamento e de fric√ß√£o. A compress√£o tamb√©m √© aplicada como t√©cnica de tonifica√ß√£o e aquecimento; Executada com pouca press√£o, mas com movimentos r√°pidos. Uma estimula√ß√£o adicional dos m√ļsculos √© obtida a seguir, com movimentos de percuss√£o. Os m√©todos se alternam um com os outros e s√£o repetidos diversas vezes. O alongamento passivo dos m√ļsculos longos, como aquele dos membros superiores e inferiores, inclu√≠do depois que os m√ļsculos forma aquecidos. Os atletas tamb√©m devem realizar suas pr√≥prias rotinas de alongamento ativo.

MASSAGEM AP√ďS O EVENTO ESPORTIVO

Ap√≥s a atividade vigorosa, os m√ļsculos ficam congestionados por metab√≥licos, como √°cido l√°tico, di√≥xido de carbono e √°gua. Esses derivados podem aumentar a fadiga e prejudicar o funcionamento muscular. Os movimentos de massagem, principalmente o deslizamento, s√£o usados para auxiliar na elimina√ß√£o dessas toxinas e na devolu√ß√£o do oxig√™nio e dos nutrientes para os m√ļsculos. Entretanto , √© aconselh√°vel que a massagem n√£o seja realizada logo ap√≥s um treinamento ou atividade esportiva porque os vasos sangu√≠neos, particularmente as veias dos membros inferiores, encontram-se repletos de sangue ap√≥s o exerc√≠cio. Uma vez alongadas pela alta press√£o do sangue, as paredes dos vasos ficam suscet√≠veis a danos quando manuseadas. Cerca de 30 minutos deve-se passar antes da aplica√ß√£o da massagem, embora esse intervalo seja mais importante para alguns esportes do que para outros. As c√£ibras tamb√©m s√£o comuns, durante ou logo ap√≥s o exerc√≠cio. Em maratonistas, por exemplo, as c√£ibras s√£o observadas com freq√ľ√™ncia nos membros inferiores. Sua redu√ß√£o √© mais eficiente com a realiza√ß√£o de contra√ß√£o com resist√™ncia dos m√ļsculos antagonista, e n√£o por massagem.

M√öCULOS AGONISTAS E ANTAGONISTAS

Os pares de m√ļsculo que trabalham em sentidos opostos s√£o conhecidos como agonistas e antagonistas. O b√≠ceps e o tr√≠ceps formam u desses pares. Quando o b√≠ceps se contrai para que o bra√ßo se flexione, o tr√≠ceps relaxa, de modo que o b√≠ceps age como agonista e o tr√≠ceps como antagonista. Quando o tr√≠ceps se contrai para esticar o bra√ßo, o b√≠ceps relaxa de maneira que o tr√≠ceps se torna agonista e o b√≠ceps antagonista.

Outros tipos de m√ļsculos trabalham para que esses movimentos sejam poss√≠veis. Por exemplo: m√ļsculos de fixa√ß√£o firmam o ombro para criar uma base adequada √† movimenta√ß√£o do bra√ßo.

EXERC√ćCIOS ISOM√ČTRICOS

S√£o exerc√≠cios em que o grupo de m√ļsculos exerce press√£o contra outro grupo de m√ļsculos ou contra um objeto im√≥vel, sem altera√ß√£o no comprimento dos m√ļsculos em movimento articular (da√≠ o nome isom√©trico, significando ‚Äúde mesmo comprimento‚ÄĚ). Os exerc√≠cios isom√©tricos t√™m por objetivo aumentar a for√ßa e o t√īnus muscular. Eles tomam pouco tempo ‚Äď apenas 6 segundos de for√ßa muscular m√°xima em cada exerc√≠cio, e 90 segundos para toda a bateria de 15 exerc√≠cios cobrindo o corpo inteiro. Al√©m do mais, eles n√£o pedem qualquer equipamento especial. Mas o problema √© que n√£o exercitam o aparelho cardiovascular, e exigem muito do cora√ß√£o de qualquer pessoa com problemas card√≠acos ou hipertens√£o arterial.

EXERC√ćCIOS ISOT√ĒNICOS

Os exerc√≠cios isot√īnicos requerem o deslocamento de uma resist√™ncia por toda a faixa de movimentos poss√≠veis de uma articula√ß√£o ou grupo de articula√ß√Ķes. Com isso aumenta-se a for√ßa isot√īnica ou resist√™ncia muscular. A melhor maneira de se adquirir for√ßa isot√īnica √© empregar exerc√≠cios repetidos de pouca resist√™ncia. A for√ßa dos exerc√≠cios isot√īnicos pode ser medida em termos do peso ou resist√™ncia que voc√™ movimenta, e a resist√™ncia isot√īnica pelo n√ļmero de contra√ß√Ķes dos m√ļsculos do membro realizadas contra a citada resist√™ncia. O levantamento de peso e outras atividades de modelagem de f√≠sico formam a maior parte destes exerc√≠cios.

CAP√ćTULOS IMPORTANTES PARA O MASSOTERAPEUTA

RESPIRAÇÃO NORMAL - média

Lactentes

30 a 40 movimentos

Crianças

25 a 30 movimentos

Mulheres

18 movimentos

Homem adulto

16 movimentos

A respiração aumenta com a digestão, os movimentos musculares, nervosismo e a excitação diminui com o repouso e o sono.

A contagem dos movimentos respiratória é observada através do peito ou ventre e após a inspiração e expiração conta-se 1 (um) movimento.

Não é conveniente alertar o cliente, pois o mesmo iria modificar o ritmo da sua respiração.

Em geral, inicia-se contando a pulsa√ß√£o, findo o que inicia-se a contagem da respira√ß√£o, continuando a segurar o punho do cliente e observando ao mesmo tempo os movimentos da respira√ß√£o. 

A classifica√ß√£o quanto as altera√ß√Ķes na respira√ß√£o s√£o as seguintes:

  • APN√ČIA ‚Äď Respira√ß√£o sem regularidade, √© interrompida;
  • DISPN√ČIA ‚Äď Respira√ß√£o dif√≠cil;
  • TAQUIPN√ČIA ‚Äď Respira√ß√£o acelerada;
  • BRADIPN√ČIA ‚Äď Respira√ß√£o vagarosa.

PRESSÃO ARTERIAL

  1. PRESS√ÉO M√ĀXIMA = √Č a contra√ß√£o do cora√ß√£o que recebe o nome de S√ćSTOLE;
  2. PRESS√ÉO M√ćNIMA = √© o relaxamento muscular do cora√ß√£o. √© a fase em que ele o sangue. √Č a DI√ĀSTOLE.

O man√īmetro marca a press√£o em mil√≠metros de merc√ļrio (mmhg). A faixa que cont√©m a c√Ęmara de ar embutida para se comprimir o bra√ßo chama-se ESFIGNOMAN√ĒMETRO.
A média, na maioria dos indivíduos é de:

  • M√°xima = 120 mmhg
  • M√≠nima = 80 mmhg
PULSAÇÃO NORMAL

CLASSIFICAÇÃO

BPM

Crianças de 1 ano

120 a 130

Crianças de 5 anos

100

Crianças de 10 anos

90 a 95

Mulher adulta

70 a 80

Homem adulto

60 a 70

Sob condi√ß√Ķes normais, varia ainda com o exerc√≠cio f√≠sico (100 a 120 Bpm) aumentando com o estado de nervosismo ou emo√ß√£o, decrescendo com o repouso.

Com o aumento de temperatura, em regra geral, a pulsação acelera-se, em média, cerca de 10 batimentos para cada grau de temperatura. Verifica-se a pulsação através das artérias radial, carótida, temporal e pedis. Quando da contagem, observa-se a regularidade e o volume.

O método de contagem pode ser aplicado de várias formas:

  • Conta-se os batimentos no per√≠odo de 60 segundos;
  • Conta-se os batimentos no per√≠odo de 15 segundo e multiplica-se por 4;
  • Conta-se os batimentos no per√≠odo de 20 segundo e multiplica-se por 3;
  • Conta-se os batimentos no per√≠odo de 30 segundo e multiplica-se por 2;

Nos casos mórbidos, caracteriza-se a pulsação nos seguintes casos:

ARRITMIA

Bate sem regularidade

TAQUICARDIA

Bate aceleradamente

BRADICARDIA

Bate lentamente

FILIFORME

Apresenta-se débil como um fio

OBSERVA√á√ēES IMPORTANTES SOBRE NOSSOS CURSOS LIVRES

CURSOS LIVRES, sem que isto constitua em dem√©rito, s√£o aqueles que n√£o est√£o sujeitos a tutela do MEC. Este √© o caso, por exemplo, da grande maioria dos cursos de computa√ß√£o, dos cursos de l√≠ngua estrangeira e da √°rea da Terapia Hol√≠stica. Para valorizarem seus alunos, necessitam ter boa credibilidade entre os profissionais e conquistar o mercado de trabalho para seus formandos. Uma das formas de atingir-se tais objetivos √© o estabelecimento de conv√™nios de apoio m√ļtuo e reconhecimento junto aos √≥rg√£os de classe. Por exemplo: Por meio de uma Resolu√ß√£o publicada no Di√°rio Oficial, o Conselho Federal de Enfermagem permitiu aos seus membros o exerc√≠cio de terapias ‚Äúalternativas‚ÄĚ, desde que registrassem junto ao referido Conselho seus diplomas de cursos ‚Äúlivres‚ÄĚ com determinada carga hor√°ria.

O CECTH ‚Äď Centro de Estudos do Corpo e Terapias Hol√≠sticas S/C Ltda., CNPJ 04.495.342/0001-80, oferece ‚ÄúCURSO LIVRE DE MASSOTERAPIA‚ÄĚ onde deixamos bem claro para o aluno, que ele ir√° participar de um curso onde, o mais importante, √© os conhecimentos que ele ir√° adquirir.


OBSERVA√á√ēES
  • Dependendo do n√ļmero de interessados nos Cursos, o CECTH reserva-se ao direito de alterar datas, hor√°rios ou mesmo cancelar o programa;
  • Vagas limitadas ‚Äď Favor confirmar a inscri√ß√£o at√© uma semana antes do in√≠cio do curso pretendido;
  • Nossos cursos enquadram-se na categoria de CURSOS LIVRES, n√£o estando, pois, sob a tutela do MEC (Minist√©rio da Educa√ß√£o), n√£o sendo reconhecido por este, inexistindo tal obrigatoriedade nesta classifica√ß√£o;
  • Em poder de nosso certificado, o profissional poder√° montar seu pr√≥prio consult√≥rio, trabalhar em hospitais, cl√≠nicas, academias, fazer atendimentos a domic√≠lio, etc;
  • Pr√°tica supervisionada em nosso AMBULAT√ďRIO;
  • Possibilidade de participa√ß√£o nos projetos de "RESPONSABILIDADE SOCIAL" de nossa empresa;


GOSTAR√ćAMOS DE AGRADECER A TODOS NOSSOS AMIGOS A AUTORIZA√á√ÉO PARA EXPOSI√á√ÉO DE SUAS IMAGENS EM NOSSO SITE.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Todas estas técnicas são alternativas,
para a melhoria de sua qualidade de vida,
não devendo substituir o tratamento médico.

Você é muito importante para nós!!!

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