TOQUES DE DO-IN

Imprimir Por Administrador 11/07/2009

TOQUES DE DO-IN

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Toques do do-in

De dor de cabeça a frigidez, a cura pode estar nas mãos

TOQUES DE DO-INO toque, um instinto do ser humano, pode trazer in√ļmeros benef√≠cios ao corpo e √† mente. E os chineses j√° sabiam disso h√° alguns milhares de anos, quando come√ßaram a desenvolver o Do-In, uma t√©cnica de automassagem. Por meio dela, a pessoa pressiona com o polegar pontos espec√≠ficos do seu corpo, com o objetivo de fazer fluir energia vital. O est√≠mulo desses fluxos serviria tanto para ajudar na cura de problemas que v√£o da dor de cabe√ßa √† frigidez, at√© a desenvolver o equil√≠brio emocional, a auto-estima e o autoconhecimento.

Do-In significa "caminho de casa". A casa seria uma referência ao processo de autoconhecimento envolvido na técnica. Rodolfo Correa de Lima, diretor do Centro de Estudos do Corpo e Terapias Holísticas (CECTH), explica que o Do-In é uma técnica muito parecida com o Shiatsu e a Acupuntura, que trabalha com a idéia de meridianos traçados sobre o corpo. No Do-In são trabalhados 14 desses meridianos: 12 principais e dois extras, que regulam o funcionamento dos outros.

√Č nesses meridianos que a energia Yin (negativa) e a Yang (positiva) circulam, e o Do-In pretende fazer com que isso aconte√ßa de forma equilibrada. Segundo Rodolfo, o universo √© constitu√≠do de uma energia c√≥smica primordial, da qual derivam todas as coisas existentes, e √© o ser humano que regula essa energia. J√° a medicina contempor√Ęnea, que utiliza cada vez mais o Do-In e demais terapias alternativas, ampara os benef√≠cios da t√©cnica em explica√ß√Ķes que envolvem basicamente o poder de comunica√ß√£o do sistema nervoso.

Aderson Moreira da Rocha, cl√≠nico m√©dico e presidente da Associa√ß√£o Brasileira de Ayurveda (que significa medicina chinesa), conta que o Do-In atualmente pode ser dividido em duas linhas: a Oriental e a Ocidental. A Oriental √© aquela baseada na tradi√ß√£o chinesa, que acredita nos benef√≠cios trazidos pelos fluxos de energia j√° a Ocidental utiliza o Do-In com o objetivo de estimular as milhares de termina√ß√Ķes nervosas acess√≠veis no corpo humano, sobretudo nas extremidades. Essas termina√ß√Ķes s√£o respons√°veis pela libera√ß√£o dos neuropept√≠deos: prote√≠nas que atuam como mensageiras naturais, transmissoras de informa√ß√Ķes capazes de afetar a fisiologia, a ponto de solucionar problemas e trazer bem-estar.

Em ambas as linhas, acredita-se que cada ponto pressionado possui uma fun√ß√£o espec√≠fica. Para dor-de-cabe√ßa, por exemplo, o ponto a ser pressionado fica no dorso da m√£o, entre o polegar e o indicador. Rodolfo ressalta que o Do-In, quando utilizado com o objetivo de ajudar na cura de algum problema, n√£o descarta o acompanhamento m√©dico. Ele revela ainda que a maioria das pessoas procura o seu curso buscando solu√ß√Ķes para problemas de coluna. "Mas encontram elementos al√©m da cura, porque adquirem tamb√©m mais auto-estima, e passam a observar melhor a sua alimenta√ß√£o, o estilo de vida, at√© a forma como respiram", esclarece.

"O Do-In √© uma terapia barata, segura e sem contra-indica√ß√Ķes", acrescenta. E, al√©m disso, n√£o apresenta restri√ß√Ķes de idade. O pr√≥prio Rodolfo esteve √† frente de um curso para a terceira idade, oferecido recentemente pela Prefeitura de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Severina de Oliveira, de 74 anos, foi uma das alunas. "Adorei. Aumentou muito a levantar o meu astral", garante ela.

Para quem quer come√ßar a fazer o Do-In, basta procurar um curso, como os oferecidos pelo CECTH, ou uma das in√ļmeras publica√ß√Ķes sobre o assunto. Rodolfo, no entanto, ressalta que todos n√≥s praticamos diariamente o Do-In, mesmo sem saber. "Um abra√ßo, uma massagem que voc√™ faz em um ponto dolorido e at√© o cuidado com o tipo de alimento que consome j√° √© uma esp√©cie de Do-In, ou seja, um auto-est√≠mulo ao seu corpo e a sua mente", diz o especialista.

Serviços:

CECTH - Centro de Estudos do Corpo e Terapias Holísticas
www.cecth.com.br
Sede - Rua Enes de Souza, 35 Tijuca - Rio de Janeiro - RJ CEP: 20.510-210
Tel.: (21) 2570-1180 / 2570-1205 / Cel.: (21) 9628-6385 / e-mail: Este endereÁo de e-mail estŠ sendo protegido de spam, vocÍ precisa de Javascript habilitado para vÍ-lo